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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Consulta com Dr° João Ricardo Auler, maravilhosa. Mais um passo dado.
















Boa noite! Novidades do dia: começando com fotos pra ilustrar, bom né!


Ao fundo, Dr° João Ricardo Auler com gêmeas no colo



Aqui, fotos de alguns dos muitos trigêmeos que ele fez a fertilização.

Olá pessoal, boa tarde!
Hoje fui lá na Pró Nascer na Barra, estive com Dr° João Ricardo Auler. Ele é engraçado, fala tudo bem rapidinho e é super objetivo. Gostei mais que lá da In Focco em Caxias.
Conversamos sobre o que aconteceu comigo, fui honesta, disse que já havia passado em outra médica de fertilização que havia solicitado alguns exames, mostrei os resultados, ele solicitou outros tantos, me passou os procedimentos, pediu o laudo da hematologista, do angiologista e do cardiologista.
Retorno dia 4 de novembro, já com os resultados em mãos e se possível pra realizar o teste do cateter e marcar o protocolo (que é assinatura de contrato, definir quantos embriões serão transplantados, o que será feito dos que sobrarem, etc...) também tenho que realizar uma ultra transvaginal no próximo ciclo menstrual, fazer até o 6°dia no máximo. Uma mamografia, preventivo atualizado  etc...
Maridão também terá alguns exames pra realizar  hemograma completo, espermograma e EAS.
Então tá né?!
Estamos fazendo nossa parte, esperando a permissão de Deus.




Avaliação Feminina 



   Vários hormônios são avaliados para comprovar a viabilidade do tratamento. 
As taxas hormonais são ferramentas importantes no prognóstico do tratamento. 
Os exames geralmente têm cobertura dos planos de saúde e terceirizados pelo 
Laboratório Sérgio Franco.

Exames de Sangue:
• FSH     (TÁ FEITO, AGUARDANDO RESULTADO)
   Como falado anteriormente, temos que confirmar a reserva folicular, independente da idade da paciente, através do FSH na época menstrual.
   Acabamos de firmar uma parceria de peso com o laboratório Sérgio Franco, nos emitindo informações fidedignas.
   Importante é sabermos se a paciente tem reserva folicular e não saber exatamente se ela é uma mulher ovuladora ou não pois, qualquer tratamento a ser adotado em reprodução assistida, iremos estimular os ovários, e dessa forma, temos que ter a certeza de sua possível atividade ovariana, que não acontece quando a mulher atinge a menopausa.
   Porém existem formas de avaliar a suposta ovulação como o aumento da temperatura basal, que ocorre após a suposta ovulação pela produção de progesterona (liberada pelo folículo roto – corpo lúteo) para manter o endométrio compacto para a efetiva implantação embrionária; assim como a avaliação do LH, que pode ser avaliado pelo exame de sangue ou por kits adquiridos em farmácias. O pico de LH, produzido pela hipófise ocorre horas antes da suposta ovulação, pois é este hormônio que irá deflagrar a ovulação. Mas, são supostas as avaliações que não confirmam a efetiva ovulação e para nós não é tão significativo.
   Sabemos que mais de 90% das mulheres que menstruam regularmente (independente da extensão do ciclo), via de regra, ovulam. Mas como falado, o importante é a confirmação da reserva folicular para comprovarmos a possibilidade desta paciente ser portadora de “ovários estimuláveis” pois, iremos obrigatoriamente estimular os ovários de todas as pacientes (ovuladoras ou não) e complementar com progesterona natural, independente do tratamento a se adotado, objetivando aumentar as chances reprodutivas.
• Estradiol  (TÁ FEITO, AGUARDANDO RESULTADO)
   Também solicitado no 3º dia do ciclo, pode nos dar a informação de uma possível “falência ovariana oculta” caracterizado por um FSH dentro dois limites de normalidade (<12pg/ml) e taxa de estradiol basal alterada (>75pg/ml), com prognóstico ruim podendo levar a diminuição, ou ausência, de resposta folicular quando ocorre a estimulação ovariana com gonadotrofinas.
• LH  (TÁ FEITO, AGUARDANDO RESULTADO)
   Também solicitado no 3º dia do ciclo, pode nos dar a informação de uma possível produção precoce levando a uma “inundação androgênica” (produção aumentada de hormônios masculinos). Alteração muito comum nas Síndromes de Ovários Policísticos (SOP), principalmente quando a razão FSH/LH >2. Nestes casos podemos ter prejuízos na ovulação e/ou implantação embrionária.

-Além destes exames hormonais acima, fundamentais no processo de ovulação, solicitamos outros exames hormonais, que têm como objetivo principal identificar possíveis falhas da fase lútea, chamada de “janela de implantação embrionária”, importantes no processo de nidação, como a dosagem da prolactina e TSH (hormônio tireo-estimulante) e dos androgênios (hormônios masculinos).
   Estes resultados podem ajudar a predizer a chance da paciente ter uma resposta ovulatória, assim como determinar a dose de medicamentos estimuladores da ovulação que deverão ser empregadas para cada paciente.

-Solicitamos também exames imunológicos; exames de DSTs, obrigatórios; marcadores da endometriose, metabólicos que serviriam para o risco cirúrgico que será obrigatório na aspiração folicular, entre outros.

   Em alguns casos como nos abortamento de repetição ou repetidas falhas de implantação, solicitamos o Cross Match que nos dá a suposta informação de uma incompatibilidade imunológica do casal. A paciente grávida produz anticorpos bloqueadores que protegem o feto contra seu sistema imune. Quando não existe importante diferença genética entre o casal, estes anticorpos não são produzidos e deixam o embrião suscetível ao ataque do sistema imune materno.
   Nos casos indicados podemos indicar o uso de vacinas com linfócitos paternos na obtenção desta suposta imunização materna (produção de anticorpos bloqueadores) e conseqüentemente a manutenção da gravidez.

   Relação completa dos exames plasmáticos e ginecológicos solicitados:
• Imunológicos
• Anticardiolipina IgG  (já fiz, aguardando o resultado )
• Anticardiolipina IgM  (já fiz, aguardando o resultado )
• Dosagens de antitrombina III e 
das proteínas C e S (já fiz, aguardando o resultado )
• Tempo de tromboplastina
• Pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina (já fiz, aguardando o resultado )

• Pesquisa da mutação C677T do gene de metileno tetrahidrofolato redutase(já fiz, aguardando o resultado )

• Natural Killer CD3 / CD16+ / CD56+ (já fiz, aguardando o resultado )                  • Fator II Protrombina - Mutação - PCR
• Pesquisa de anticoagulante lúpico
• Antiperoxidase
• Fator V Leiden - Mutação - PCR (já fiz, aguardando o resultado )
• Homocisteina (já fiz, aguardando o resultado )
• Anticorpo Antimicrossomal
• Anticorpo Antitiroglobulina
• IgA - Imunoglobulina A
• Fator Antinúcleo - FAN
• Anti-ENA
• Anticorpo anti-DNA
• Anticorpo anti-SM
• Anticorpo anti-RNP
• Anticorpo anti-SS-A
• Anticorpo anti-SS-B
• Hormonais
• TSH (já fiz, aguardando o resultado )
• T3 - tiroxina livre (já fiz, aguardando o resultado )
• T4 (já fiz, aguardando o resultado )
• Androstenediona
• Testosterona
• 17- OH - Progesterona
• S - DHEA
• DHEA
• Prolactina (já fiz, aguardando o resultado )
• FSH (já fiz, aguardando o resultado )
• LH (já fiz, aguardando o resultado )
• Estradiol (já fiz, aguardando o resultado )
• Marcadores da endometriose
• Proteína C Reativa (já fiz, aguardando o resultado )
• CA 125 (já fiz, aguardando o resultado )
• Metabólicos
• Tipagem Sangüínea ABO (já fiz, aguardando o resultado )
• Fator Rh (já fiz, aguardando o resultado )
• Teste de Coombs indireto (Para mulheres fator RH negativo).
• Coagulograma (já fiz, aguardando o resultado )
• Frutosamida
• Lipidograma
• Glicose (já fiz, aguardando o resultado )
• Uréia
• Creatinina
• Insulina (já fiz, aguardando o resultado )
• Hemograma
• Urocultura
• EAS
* Creatinina
* Frutosamina
* Hemoglobina glicosilada
* Lipidograma
• Anti-virais
• Chagas (IgG e IgM) (já fiz, aguardando o resultado )
• HIV 1 / 2 (já fiz, aguardando o resultado )
• HTLV 1 + 2 (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite A - anti - HAV IgG (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite A - anti - HAV IgM (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite B - anti - HBs (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite B - HBsAg (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite B - anti - HBc IgG
• Hepatite B - anti - HBc IgM
• Hepatite B - Hbe Ag
• Hepatite B - Anti Hbe (já fiz, aguardando o resultado )
• Hepatite C - Anti HCV (já fiz, aguardando o resultado )
• VDRL (já fiz, aguardando o resultado )
• Citomegalovírus IgM  (já fiz, aguardando o resultado )
• Citomegalovírus IgG (já fiz, aguardando o resultado )
• Rubéola IgM (já fiz, aguardando o resultado )
• Rubéola IgG (já fiz, aguardando o resultado )
• Toxoplasmose IgG (já fiz, aguardando o resultado )
• Toxoplasmose IgM (já fiz, aguardando o resultado )
• Ginecológico
• Colpocitologia Oncótica  (Não será necessário fazer)
• Pesquisa de Mycoplasma  (Não será necessário fazer)
• Chlamydia no colo uterino (Não será necessário fazer)
• Pesquisa de Streptococus beta hemolítico no colo uterino e na secreção vaginal (Não será necessário fazer)
• Captura híbrida HPV 
 (Não será necessário fazer)
  Etapas da Coleta de Sangue










Ultra-sonografia (USG)


Também solicitados na época menstrual, tem por objetivo principal, avaliar a integridade dos ovários e a espessura endometrial. Temos a oportunidade de observar algumas patologias como os endometriomas; cistos de retenção; ovários micropolicísticos, e supostos hipertrofias endometriais (espessamento do endométrio que será confirmado na vídeo-histeroscopia).
   O volume dos ovários reduzidos na época basal, juntamente com os níveis do FSH basal, também nos auxiliam no prognóstico de má resposta ovariana.



Vídeo-histeroscopia (VH)(já fiz, aguardando o resultado )

Solicitamos a vídeo-histeroscopia de rotina pois, entendemos que é o exame “padrão-ouro” para a avaliação direta do endométrio como prognóstico do leito de implantação embrionária. É habitualmente solicitado na 1° fase do ciclo, pois priorizamos a avaliação morfológica do endométrio. A melhor visualização e mais confiável se dá quando o endométrio se apresenta o mais fino possível (época pós menstrual). Afinal, para a avaliação funcional, basta afastarmos a possibilidade de falência ovariana para prever que este endométrio é funcionante. Até porque, em qualquer tratamento de reprodução assistida, a indução da ovulação vai ser implementada além da progesterona natural, prescrita de rotina para manutenção da suposta gravidez, independente da ausência do diagnóstico de insuficiência lútea (carência de progesterona para manutenção da implantação embrionária).

   A hipertrofia endometrial é melhor interpretada num momento em que se deve ter um endométrio mais fino, diferentemente da 2ª fase onde esta patologia poderá ser confundida com um padrão secretor fisiológico mais acentuado (maior produção de progesterona). Estamos com trabalhos promissores no sentido de aplicarmos avaliação de marcadores endometriais de algumas proteínas relacionados ao prognóstico da implantação embrionária. Enfim, a integridade da cavidade uterina é de vital importância para o sucesso de qualquer tratamento em reprodução assistida, seja de forma natural ou laboratorial. Condições adversas devem ser tratadas antes do ciclo de FIV.

Vídeo-histeroscopia (VH)

Histerosalpingografia (HSG) (já fiz, aguardando o resultado )

Solicitado após a menstruação e antes da suposta ovulação (entre o 7° e 10° dia do ciclo), de forma a evitar o risco de realizar o exame numa paciente grávida. Este exame tem por finalidade principal, avaliar a permeabilidade das trompas. 
Faz-se a administração de contraste a base de iodo através do colo do útero (via vaginal) e radiografias seriadas realizadas para observar a passagem deste contraste através das trompas. 
   Nem sempre solicitamos este exame, pois a paciente pode ter realizado recentemente; ou existir a possibilidade de estarmos diante de um caso com indicação de FIV como por exemplo, uma alteração espermática importante, onde não iríamos precisar das trompas para chegar à gravidez; ou estarmos diante de uma indicação de uma vídeo-laparoscopia para avaliação de algumas patologias e neste momento a avaliação tubárea (cromotubagem) pode ser realizada sob anestesia.
   Porém, a HSG é um exame “padrão ouro” para a avaliação da permeabilidade tubárea.

Teste do cateter(marcado para ser feito dia 04/11/2013)



O teste do cateter (“mock transfer”) é um exame realizado no ciclo anterior ao da FIV e visa estabelecer o trajeto que será percorrido pela sonda de transferência para a deposição dos embriões no útero materno no dia da transferência embrionária. Este é um exame de extrema importância para o resultado da FIV, pois uma transferência eficiente está associada a excelentes taxas de gravidez (menor tempo de transferência, ausência de lesão no trajeto). Faz-se uso da sonda de Sydney (Cook - ref. K-JETS-7019-SIVF) para a transferência embrionária.

Avaliação MASCULINA
   O exame de espermograma avalia parâmetros essenciais como concentração, motilidade e vitalidade espermática, mas também compreende de rotina exames altamente específicos como a morfologia e o teste de capacitação espermática que nos orienta sobre o prognóstico do melhor tratamento a ser adotado em relação ao tratamento laboratorial como a inseminação artificial e fertilização in vitro.
   O espermograma é um exame subjetivo, ou seja, depende do profissional que emite as informações avaliadas. Por isso, é fundamental a verdadeira informação do fator masculino, pois o diagnóstico incorreto ou incompleto, nos leva a tratamentos ineficazes e uma perda de tempo importante.
   Eventualmente, quando recebo um laudo da Pró Nascer, e observo uma qualidade espermática muito comprometida, solicito outros exames mais específicos como: hormônios; cariótipo; microdeleção do cromossomo Y, USG da bolsa escrotal; e até a aspiração de epidídimo seguido ou não de uma biópsia testicular, para fazermos um diagnóstico diferencial de obstrução ou insuficiência testicular nas azoospermias (ausência de espermatozóides no ejaculado).

    Exames de DSTs são obrigatórios para todos os homens.


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