Postagens populares

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Gravidez após os 40 anos pode ser difícil, mas não impossível

Gravidez após os 40 anos pode ser difícil, mas não impossível

Obter a gravidez pode ser difícil mesmo dentro do seu período de vida mais fértil. E quando os anos vão passando, infelizmente, as coisas podem ficar ainda mais complicadas. No entanto, os médicos afirmam que, felizmente, está longe de ser impossível.
Com os avanços nos tratamentos de fertilidade há uma gama de opções disponíveis para ajudá-las a engravidar e começar ou ampliar sua família.
Primeiro, é preciso encarar a realidade: os riscos são bem maiores em gestações após os 40 anos. A recomendação é não perder a coragem tão cedo, principalmente se a mulher goza de boas condições de saúde.
Mas há coisas a serem levadas em conta, como a quantidade disponível de óvulos de uma mulher que vai naturalmente diminuindo à medida que os anos passam. Outro problema adicional para a mãe são as preocupações com doença cardíaca ou pressão arterial elevada, condições que precisam ser detectadas pelo especialista em reprodução humana antes da escolha do tratamento para engravidar.
Algumas estatísticas mostram que, aos 40 anos, a chance de conceber naturalmente após um ano desde a primeira tentativa é entre 40% e 50%. Como comparação com uma mulher de 30 anos tem 75%. Após 43 anos, estatísticas apontam que essa chance cai para cai para 1 ou 2 por cento.
Por esta razão, a fertilização in vitro é uma opção muito popular. A chance de ter um bebê por ciclo de fertilização in vitro em mulheres 40 a 42 anos pode chegar a 15%; fica cerca de 5 a 10% para mulheres entre 43 e 44 anos. A partir dos 44 anos, as possibilidades se reduzem a 5 % ou menos.
A recomendação dos médicos da Androlab Reprodução Humana é passar por uma consulta especializada o quanto antes a fim de receber as devidas orientações sobre o melhor plano de ação para engravidar.

Indução da ovulação pode ter efeitos adversos, diz estudo

Tratamento de fertilidade com hormônios que aumentam a liberação de células reprodutivas pode causar aborto ou problemas genéticos

Estudo deve levar a novas estratégias clínicas para tratamentos de fertilização em mulheres acima de 35 anos
Estudo deve levar a novas estratégias clínicas para tratamentos de fertilização em mulheres acima de 35 anos (Gary Cornhouse/Thinkstock/VEJA)
A indução da ovulação em mulheres maiores de 35 anos pode causar efeitos adversos ao organismo, segundo as conclusões de um estudo divulgado neste domingo.Um grupo de pesquisadores do Centro de Fertilidade, Ginecologia e Genética de Londres considera que esse procedimento – pelo qual se recorre à medicação hormonal para estimular a liberação de um maior número de células reprodutoras – altera o processo de duplicação de cromossomos conhecido como meiose.
Segundos os especialistas, isso provoca anormalidades nos cromossomos, que podem ter como consequências o fracasso do tratamento de reprodução assistida, abortos ou, de maneira mais rara, o nascimento de bebês afetados com condições como a Síndrome de Down. Pesquisadores de oito países diferentes participaram do estudo, que desenvolveu uma nova maneira de detectar corpos polares, pequenas células produzidas durante as duas divisões meióticas no processo de amadurecimento dos gametas femininos.
Segundo Alan Handyside, diretor do centro, “os resultados dessa pesquisa devem nos permitir identificar melhores estratégias clínicas para reduzir a incidência dos erros de cromossomos em mulheres mais velhas que se submetem a tratamentos de fertilização in vitro”. Essas conclusões serão apresentadas com mais detalhes num evento marcado para a segunda-feira - a conferência anual da European Society of Human Reproduction and Embryology em Estocolmo, na Suécia.
(Com agência EFE)

Conselho Federal de Medicina estabelece idade máxima de 50 anos para mulher passar por reprodução assistida

Nova resolução do CFM estabelece ainda número máximo de embriões implantados e regulamenta o procedimento entre casais homoafetivos

embrião
Embrião: resolução autoriza descarte após cinco anos de armazenamento (Thinkstock/VEJA)
A idade máxima para uma mulher se submeter às técnicas de reprodução assistida no Brasil passa a ser de 50 anos. A atualização da resolução CFM 2.013/13, divulgada nesta quarta-feira pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), estabelece pela primeira vez no país uma idade máxima para o procedimento. A revisão também deixa clara a possibilidade de que casais homoafetivos e pessoas solteiras possam optar por passar pelos procedimentos de fertilização. A resolução será publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira. 
"A idade máxima foi escolhida com base em princípios biológicos. Uma gravidez depois dos 40 anos já começa a apresentar riscos para a mãe", diz Adelino Amaral, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida e membro da Câmara Técnica do CFM.  Acima dessa idade, a mulher fica mais predisposta a desenvolver condições como hipertensão, diabetes e aumento de partos prematuros. Para os bebês, os riscos são de nascimento abaixo do peso e parto prematuro.

A resolução deixa clara ainda a possibilidade de que casais homoafetivos e pessoas solteiras possam se submeter à reprodução assistida. A permissão já havia sido estabelecida na primeira revisão, feita pelo CFM em 2010, mas não estava clara. Agora, o texto redigido explicita a permissão do procedimento a esses pacientes — que fica submetida apenas a uma possível objeção médica.
Doação — Em casos de doação compartilhada de gametas (uma mulher em tratamento para engravidar pode doar parte dos seus óvulos para pagar o tratamento), a idade máxima para doação fica estabelecida em 35 anos para a mulher e 50 anos para o homem. Até hoje, não havia uma idade máxima estabelecida para a doação. 
Segundo a nova revisão, o número de embriões implantados na mulher deve seguir a idade da doadora, e não mais da receptora. A faixa de implantação para cada idade para a ser de: 2 embriões para mulheres até 35 anos; 3, para mulheres de 36 a 40 anos; e 2  embriões para mulheres acima dos 40 anos. Como em 90% dos casos as mulheres usam os próprios óvulos, a regra de doações segue o limite de implantação de cada mulher. 
Em alguns casos, no entanto, os óvulos são doados. "Se uma mulher de 40 anos receber óvulos de uma mulher de 28 anos,  por exemplo, ela só poderá implantar dois embriões", diz Amaral. De acordo com Amaral, essa regra visa evitar os casos de gestações múltiplas. Como mulheres mais novas têm mais facilidade em engravidar, para elas fica estipulado um número menor de embriões que podem ser implantados. A doação, segundo a resolução, não poderá ter nenhum tipo de caráter lucrativo ou comercial.
Dentro da nova resolução, o parentesco para doadoras temporárias de útero ("barriga de aluguel") também foi ampliado. Agora, a doadora poderá ter parentesco consanguíneo de terceiro (tia) e quarto graus (prima) – antes, o parentesco autorizado era de primeiro (mãe) e segundo (irmã ou avó) graus. 
Descarte — No caso dos embriões congelados em clínicas de reprodução assistida, o descarte poderá ser feito quando autorizado pelos pacientes que não forem utilizá-los mais — como os casais que já tiveram filhos, estão em separação ou houve morte de um cônjuge. Se for da vontade do paciente, os embriões poderão ser doados a outros pacientes ou para pesquisas de células-tronco ou ainda descartados após cinco anos. 
Dados da Agência Nacional de Saúde (Anvisa) apontam que, no Brasil, 26.283 embriões foram congelados somente em 2011. A taxa de congelamento de um embrião varia de 600 reais a 1.200 reais, mais uma taxa de mensal de manutenção. Mas, segundo o órgão, cerca de 80% do material acaba abandonado pelos pacientes no banco. "A responsabilidade técnica deste material abandonado só ficará a cargo da clínica por cinco anos. Faremos uma convocação desses casais que já abandonaram os embriões", diz Amaral. Segundo ele, os novos congelamentos poderão incluir uma cláusula que regule o descarte após os cinco anos, se os pacientes autorizarem previamente.

http://veja.abril.com.br

Brasil realizou mais de 24 000 fertilizações in vitro em 2013

Relatório da Anvisa recolheu dados de 93 das 120 clínicas de reprodução assistida do país

Brasil: clínicas de reprodução assistida congelaram 38 062 embriões em 2013
Brasil: clínicas de reprodução assistida congelaram 38 062 embriões em 2013 (VEJA)
O Brasil realizou em 2013 mais de 24 000 ciclos de fertilização in vitro. Nesse procedimento, a mulher recebe estímulo para produção e retirada de óvulos, que são fertilizados e colocados em seu útero. No mesmo ano, 52 000 embriões foram transferidos a pacientes submetidas à técnica — um mesmo ciclo pode incluir mais de uma transferência até que o procedimento resulte em uma gravidez de sucesso.
Esses dados fazem parte do 7º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), elaborado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O documento traz informações coletadas em 93 dos 120 bancos de células e tecidos germinativos do Brasil, conhecidos também como clínicas de reprodução humana assistida.
Segundo o relatório, o número de embriões doados para pesquisas com células-tronco embrionárias foi de 5 131 em 2013. Além disso, foram congelados 38 062 embriões nas clínicas de reprodução assistida. Desse total, 66% estão em bancos da região Sudeste; 14% na região Sul; 12% na região Nordeste; 7% na região Centro-Oeste e 1% na região Norte.
O relatório da Anvisa não inclui dados sobre a quantidade de mulheres que conseguiram engravidar com a fertilização in vitro, mas, segundo o ginecologista Adelino Amaral Silva, diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, essa porcentagem é de, em média, 35%. "A taxa varia com a idade, sendo mais baixa em mulheres acima de 40 anos", diz. 
Comparação — O relatório anterior havia indicado que o país realizou ao menos 21 074 ciclos de fertilização in vitro e 34 964 transferências de embriões ao útero em 2012. Isso não quer dizer necessariamente que a reprodução assistida está em expansão no país, uma vez que mais clínicas estão disponibilizando seus dados à Anvisa, o que pode ter elevado o número. Em 2012, os dados diziam respeito a 91 bancos, dois a menos do que o relatório atual. Em 2011, apenas 77 participaram do levantamento.
Fertilização arte

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/brasil-realizou-mais-de-24-000-fertilizacoes-in-vitro-em-2013

Médicos criam tratamento de fertilização de R$ 570



Médicos belgas alegam que o custo da fertilização in vitro pode diminuir drasticamente e chegar a cerca de 170 libras (cerca de R$ 570), iniciando uma "nova era" nesse tipo de tratamento.
A nova técnica substitui o caro equipamento médico tradicional por ingredientes encontrados no "armário da cozinha".
Os dados, apresentados em uma conferência de fertilidade em Londres, sugerem que a taxa de sucesso é semelhante à do tratamento de fertilização in vitro convencional.
Especialistas acreditam que o estudo cria um grande potencial para introduzir fertilização in vitro em países em desenvolvimento.

Técnica mais barata

Tratamentos de fertilidade são caros. No Reino Unido, cada ciclo pode custar em torno de 5 mil libras (cerca de R$ 16,8 mil).
Clínicas de fertilização necessitam de um bom estoque de gás de dióxido de carbono para controlar níveis de acidez e poder desenvolver os embriões. Esse estoque é obtido com o uso de incubadores de dióxido de carbono, gases medicinais e purificação de ar.
Em vez disso, a equipe do Genk Institute for Fertility Technology na Bélgica obtém dióxido de carbono a partir da mistura de ácido cítrico e bicarbonato de sódio.
O pesquisador Willem Ombelet disse: "Nós conseguimos o resultado usando uma técnica muito parecida com o Alka-Selzer. Nossos primeiros resultados sugerem que esse processo é no mínimo tão bom quanto a fertilização in vitro normal. Doze bebês saudáveis já nasceram desse processo."
Os resultados, apresentados na conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, mostraram uma taxa de 30% de gravidezes - aproximadamente a mesma que a da fertilização in vitro tradicional.
Os pesquisadores acreditam que o custo da fertilização in vitro pode ser reduzido para 10-15% do custo atual do tratamento nos países ocidentais.
No entanto, a cultura de embriões é apenas um dos passos do processo da fertilização in vitro. É importante lembrar que existem outras etapas que não terão seus custos alterados, como medicação, acompanhamento médico, coleta de óvulos, e a transferência do embrião para o útero da mãe.
Porém, em alguns países o serviço de saúde público cobre boa parte desse processo, resultando em tratamentos de fertilização in vitro muito mais baratos que o tratamento tradicional.

Fertilização in vitro para todos

A técnica não pode substituir completamente a fertilização in vitro tradicional.
O tratamento não ajudaria os casos em que o homem sofre de infertilidade grave, que necessitam de um tratamento mais avançado em que apenas um único espermatozoide é injetado no óvulo - na chamada injeção intracitoplasmática de espermatozoides.
No entanto, Ombelet disse à BBC que o objetivo era levar o tratamento de fertilidade para o resto do mundo.
"Se você não tem um filho na África, ou, até mesmo na América do Sul ou na Ásia, é um desastre. É um desastre do ponto de vista econômico, e do ponto de vista psicológico. Você é jogado para fora da família. Você precisa ajudá-los e ninguém os ajuda," disse Ombelet.
Mesmo nos países ricos, muitos casais não conseguem pagar pela fertilização in vitro, e por isso os estudos estão atraindo interesse.
"Já temos demanda vindo dos Estados Unidos," acrescentou Ombelet.
Geeta Nargund, do Hospital St George, em Londres, planeja introduzir a técnica no Reino Unido. "Temos a obrigação de reduzir o custo da fertilização in vitro, caso contrário, teremos uma situação em que só os ricos podem ter acesso."
Stuart Lavery, diretor de fertilização in vitro no Hospital Hammersmith, em Londres, disse que o estudo pode ter um grande impacto no mundo todo.
"Estamos falando em levar a fertilização in vitro para países onde o sistema de saúde é deficiente, e esse tipo de tratamento é inexistente."
"Eles (os pesquisadores belgas) mostram que usando uma técnica muito barata, e simples, você pode cultivar embriões e fazer a fertilização in vitro."
"O ponto fraco do estudo é que eles fizeram isso em um grande laboratório na Bélgica, e agora eles precisam sair e fazer o mesmo estudo na África. Se isso acontecer, estamos falando do acesso a fertilização in vitro em lugares do mundo onde não existe esse tipo de tratamento. Isso pode gerar resultados incríveis," conclui Lavery.
Os pesquisadores antecipam começar em Gana, Uganda ou na Cidade do Cabo.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130710_fertilizacao_invitro_baixo_custo_an

Nova técnica pode melhorar taxa de sucesso de fertilização in vitro

Uma pesquisa feita por cientistas de universidades nos Estados Unidos e na China afirma que o mapeamento genético de óvulos fertilizados pode duplicar as chances de sucesso em fertilizações in vitro.
Os testes foram conduzidos por pesquisadores das universidades de Harvard, nos Estados Unidos, e Pequim, na China. Os resultados foram publicados nesta semana na revista científica Cell.
A fertilização in vitro é uma técnica usada para ajudar casais que estão com problemas para ter filhos. O óvulo da mulher e o esperma do homem são fertilizados em laboratório, e posteriormente implantados no útero feminino.
O desafio é identificar quais óvulos fertilizados são os mais saudáveis, com maiores chances de levar a uma gravidez bem-sucedida.
Fertilização in vitro. Foto: SPL

Mapeamento genético

Em geral, os cientistas costumam tirar células do embrião – quando ele já está se desenvolvendo – e analisá-las. Mas muitas vezes estes exames não detectam problemas genéticos do embrião.
O novo método desenvolvido pelos cientistas nos Estados Unidos e na China analisa substâncias conhecidas como "glóbulos polares", que são fragmentos de células dos embriões. A partir deles, os cientistas fazem um mapeamento genético completo.
A técnica é capaz de ajudar a detectar casos de problemas genéticos do embrião e riscos de aborto natural.
"Teoricamente, se isso funcionar bem, nós conseguiremos dobrar o índice de sucesso da tecnologia de bebês de proveta – de 30% para 60%, ou até mais", diz Jie Qiao, cientista da universidade de Pequim que trabalhou no estudo.
A pesquisa foi feita com análises de 70 óvulos fertilizados "in vitro", todos de voluntárias no estudo.
O pesquisador Xiaoliang Sunney, da universidade de Harvard, disse à BBC que a técnica pode favorecer mulheres que já tiveram casos mal-sucedidos de gravidez e querem tentar novamente ter filhos.
No entanto, um cientista britânico - que não participou da pesquisa, mas analisou as suas conclusões - recomenda cautela sobre o assunto.
O especialista Yacoub Khalaf, do hospital Guy's Hospital, de Londres, disse à BBC que mapeamentos deste tipo podem ser animadores na teoria, mas que na prática ainda é preciso observar resultados mais conclusivos.
Problemas de fertilidade afetam cerca de 15% de casais em todo o mundo, levando muitos a buscar soluções como fertilização in vitro.
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,anvisa-pais-fez-52690-transferencia-de-embrioes,1523706

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Estou de Volta. Planos retomados...

Olá, meninas... quanto tempo.

Sumi né? 
Sabe o que é... tudo na vida tem planejamento... e me lembro bem de minhas postagens anteriores, em que ia compartilhando com vcs meu sonho de fertilização. Então, agora, depois de um tempo... de adiar o sonho, voltei pra contar as novidades.
Quem tem me acompanhado desde o começo, sabe que tive que parar todos os exames para poder me programar financeiramente. Resolvi então, colocar meu único imóvel, herança de meu pai à venda para poder custear o meu sonho. Então... 
Após um ano de tentativas de venda, consegui enfim, no dia 15 de outubro um comprador que caiu do céu. Justo no dia dos professores, acho que esse foi meu maior presente.
Na semana seguinte comprei meu carro... duas semanas depois dei entrada na minha outra casa, isso... uma casa bem legal, com bastante espaço e cômodos bem grandes. A casa tem possibilidade de construir 4 quartos. (ela tem dois)
Agora, estou na fase de encontrar pedreiro, ajeitar tudo por lá... me mudo em Janeiro. 
Hoje, 18 de novembro fiz o plano de saúde. Unimed ômega plus... o Top da Unimed, que cobre parto numa dos melhores hospitais do Rio de Janeiro, que é  a Perinatal... 
Será na Perinatal, que farei meu parto... se Deus quiser... agora começa a contagem regressiva... de hoje á quatro meses, pois a carência do plano é de dez meses para parto. Supondo que em uma fertilização a probabilidade de virem múltiplos é de 90%... e que nestes casos o parto quase nunca chegam aos 9 meses, prevendo um parto prematuro e gestação de múltiplos, estou eu me planejando para fazer a fertilização lá pra depois do carnaval... assim, já terá passado o período de 4 meses e mesmo que eu engravide em março e o parto seja de seis meses... ainda assim estarei coberta pela carência. 
Sabe, isso é planejamento...
Agora vou poder vir aqui ... compartilhar essas coisas novamente com vocês... 
2014 foi um ano de planejamento... 2015 será um ano de executar os planos... dos sonhos se tornarem reais... que venha o ano novo com muita alegria... e quem sabe no próximo natal... estarei eu... gravidinha ou com minha filha, ou filhas no colo?
Beijos...

vejam as fotos aí dos famosos que tiveram seus filhos na Perinatal (Barra e Laranjeiras)

Angélica e Luciano Huck

A terceira filha do casal, Eva Ksyvickis Huck, nasceu no dia 25 de setembro de 2012 com 2,985 quilos e 48 cm. A pequena veio ao mundo às 15h38, após uma cesariana na maternidade Perinatal na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Angélica cobriu a filha com um cobertor vermelho e saiu acompanhada de Luciano, Joaquim e Benício 

Daniele Suzuki e Fábio Novaes

Daniele Suzuki deu à luz seu primeiro filho, Kauai, em junho de 2011. O menino, que é e fruto de seu relacionamento com o empresário Fábio Novaes, nasceu às 5h39, pesando 3,015 quilos e medindo 49 cm 


Eriberto Leão e Andrea Leal

João, filho do ator Eriberto Leão com Andrea Leal, nasceu no Rio de Janeiro na maternidade Perinatal, em fevereiro de 2011. "Estamos muito felizes. O neném nem chorou. Assisti ao parto e me emocionei muito. Só quem tem sabe. Indescritível. Olha como ele é lindo", afirmou o ator, por meio de sua assessoria na época. Na saída, João estava envolvido em uma mantinha branca no colo da mãe 


Fernanda Pontes e Diogo Boni

Fernanda Pontes deixou a maternidade Perinatal, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com a primeira filha no colo. A pequena Maria Luiza nasceu no dia 24 de agosto de 2011 e saiu enrolada em uma mantinha rosa. A menina é fruto do relacionamento da atriz com o diretor de TV Diogo Boni 

Fernanda Tavares e Murilo Rosa

A atriz Fernanda Tavares e o ator Murilo Rosa deixaram a Perinatal, no Rio de Janeiro, com o caçula Artur em um bebê conforto coberto com uma manta azul. O casal já tem um filho de 5 anos, Lucas, que os acompanhou na saída da maternidade. O pequeno Artur nasceu no dia 1º de outubro de 2012, às 23h05, pesando 3,85 quilos 

Grazi Massafera e Cauã Reymond

Sofia, fruto da união entre Grazi Massafera e Cauã Reymond, nasceu no dia 23 de maio de 2012. O casal deixou o hospital com sua primeira filha dois dias após seu nascimento. "Chegou!!!!!! Meu cheirinho de céu", postou Grazi em sua rede social, com uma foto do quadro pendurado na porta do quarto da maternidade no dia em que deu à luz a menina 

Jonatas Faro e Danielle Winits

Jonatas Faro acompanhou a saída da ex-namorada Danielle Winits da maternidade Perinatal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Guy, o filho dos dois, nasceu no dia 28 de abril, de cesariana. O ator acompanhou o parto e até cortou o cordão umbilical do filho 

Taís Araújo e Lázaro Ramos

O casal de atores Taís Araújo e Lázaro Ramos deixou a Perinatal no dia 20 de junho de 2011, com o filho João Vicente nos braços. João nasceu de cesárea às 11h44, com quase 3 quilos e 47 cm 

Perlla

Pérola, filha de Perlla com o músico Cassio Castinhol, veio ao mundo em março de 2012 pesando quase 3 quilos e medindo 46 cm. Pérola deixou a maternidade no colinho da mamãe usando uma roupinha vermelha 

Francisca Pinto e Ricardo Pereira

O ator português Ricardo Pereira e sua mulher, Francisca Pinto, deixaram a maternidade Perinatal de Laranjeiras, na manhã do dia 25 de novembro de 2011 com o mais novo integrante da família. Vicente, o nome que o casal escolheu para o filho, nasceu no dia 22 de novembro