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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Minha fertilização passo a passo

Oi pessoal, boa noite.

Hoje voltei lá na Pró Nascer. Tinha uma ultra trans marcada para 11:40, só que eu não sou boba nem nada, agora que aprendi que o melhor horário pra chegar na Barra de Tijuca é antes das 7h... não quero outra vida.
Nunca mais fico parada naquele trânsito infernal por 3 horas... e ainda chegar atrasada sem ter o que falar. Até por que certa vez ouvi de um patrão, está atrasada por que? Sai mais cedo. 
Então, agora saio de casa por volta de 5:30, e hoje eram 6:15 já estava na orla da Barra. Cheguei na clínica as 6:30. Fiquei lá, aguardando abrir. 



As 7:15 já estava fazendo a ultra e a injeção de Orgalutran que tinha que tomar as 7:30, fui até o banheiro e apliquei. Ela já vem pronta, é só abrir a embalagem e aplicar. Mede 3 dedos ao lado do umbigo, aperta a pele e aplica. É um medicamento sub cutâneo, isto é, aplicado na pele.
Veja:

 

Bem, os folículos evoluíram bem, vejam a tabela abaixo:

Na Sexta-feira estava assim:


Observem que:

Na primeira anotação, onde não havia ainda iniciado a medicação, haviam apenas 5folículos. Meu ovário direito (só tenho este) estava medindo 12,4 mm e o endométrio apenas 5mm. Eu estava no 3º dia de menstruação. 
Após a medicação, que começou neste mesmo dia da primeira anotação, as coisas mudaram. E a Segunda anotação foi feita após 4 dias de medicação. (Bravelle e Menopur)
Observem que aumentaram as quantidades de folículos, eram 5 passaram pra 7 e também aumentaram de tamanho. O ovário foi pra 14mm e o endométrio para 8mm. 

Então foi solicitado que tomasse a medicação Bravelle 75UI e Menopur 75UI sexta (21/8/15), sábado (22/08/15) e domingo (23/8/15) e ainda no domingo iniciasse o uso de orgalutran pela manhã e outra dose de orgalutran na segunda (24/8/15) no mesmo horário do dia anterior. 

Assim eu fiz, e veja o que deu na ultra após o fim de semana:




Os folículos cresceram bem, vejam a comparação com as anotações acima. Porém, ainda não atingiram o tamanho mínimo necessário para a aspiração, 18 a 20mm. Então, foi recomendado tomar outra dose de Bravelle e Menopur a noite e outra de Orgalutran pela manhã. Fui encaminhada para fazer um exame de sangue e verificar a dosagem do ESTRADIOL. Foi remarcada outra ultra para amanhã as 8h da manhã. 

Saí da clínica e fui tomar um cafézinho... também sou filha de Deus né? Já estava mudando de cor...



Vim pra casa pensando, será que eu estou evoluindo bem, com 39 anos e apenas uma trompa e um ovário? Bem, acho que esto melhor que um monte de gente que também estão em tratamento. Sempre digo que cada caso é um caso, e não posso ficar me impressionando com as outra colegas. Tenho que viver a minha história, aceitar minhas condições fisiológicas e pronto. 
Espero que meus relatos estejam ajudando todas vcs. 
Gostou?
Tem perguntas?
Adoro responder!

Beijos...

Fiv passo a passo - Protocolo curto e longo. Qual é o seu?

sábado, 22 de agosto de 2015

FIV passo a passo - Endometrite e Pólipos eu tive.

Como já foi dito aqui, em outra postagem, voltei a Pró Nascer em março, e saí de lá com um montão de exames pra fazer, não só eu, como o marido também.
No final de abril, os exames estavam prontos, faltava um chamado VIDEO HISTEROSCOPIA. Este exame é necessário para ver como está o útero. 

Caso queira saber mais, veja o link ( http://www.ipgo.com.br/videohisteroscopia/ )

Bem, fui fazer o meu na Clínica mesmo, e lá foi diagnosticado "endometrite". Saiba mais no link
( http://www.api.adm.br/smf4/index.php?topic=351.0 ) 

Me disseram para procurar um ginecologista e iniciar um tratamento para o problema, pois a endometrite dificulta a fixação dos óvulos no útero após a transferência. E após, retornar com um novo exame. 
Marquei o ginecologista, e o Dr. me receitou um antibiótico chamado PROTECTINA. 


Tomar durante 21 dias. Genteeee... não consegui. Remédio forte, me deu primeiro enjôo, então tomei dramin, só que dava sono. Depois passei a vomitar, então tomei plasil. Depois tive diarréia, então comecei a tomar Floratil, tive também dor de cabeça, e lá vai Dipirona, Neosaldina, etc... qualquer coisa para dor de cabeça. 
Fui evitando vários alimentos, pois vomitava tudo, no final estava só comendo frutas, e nada. Fiquei muito fraca, parei no hospital e fiquei no soro. Só consegui tomar o antibiótico por 11 dias dos 21 recomendados pelo médico. 
Pensei, seja o que Deus quiser. Assim que pude, marquei a histeroscopia, para ver se havia regredido a endometrite. Fui preocupada se os 11 dias foram suficientes para resolver o problema. Sim, foi... a endometrite regrediu, só que...
Haviam PÓLIPOS. (MUITOS). Pensei, o que é isso? Nunca ouvi falar. O Dr. me explicou o que era, veja no link ( http://bedmed.com.br/tratamentos/polipos-uterinos/ ) então pensei, e agora? 
O médico falou que em alguns casos, a retirada dos pólipos é simples, pode ser feita em consultório ginecológico sem problemas, porém, quando são muitos, é necessário ser feito em centro cirúrgico pois há riscos, e esse era o meu caso. 

O nome desta intervenção é POLIPECTOMIA. 
( http://www.histeroscopia.es/PolipoPortugus.htm)

Saí de lá, liguei pra UNIMED solicitando a autorização da cirurgia, e tinha que aguardar. Sinceramente, é um saco isso... os planos de saúde tem até 20 dias úteis para autorizar a cirurgia, comigo não foi diferente. Aguardei pacientemente esses dias, entramos e saímos do mês de maio, chegou junho e nadaaaa... cansei, liguei pra ANS. Reclamei, e para minha surpresa, no dia seguinte a UNIMED me LIGOU, isso mesmooo... ligou autorizando a cirurgia, e ainda tiveram a cara de pau pedindo para eu entrar em contato com ANS retirando a queixa. EU NÃO FIZ, afinal, fiquei mais de 35 dias úteis aguardando... fala sérioooo. 
Cirurgia marcada para 6/7/2015. Foi solicitado com o recomendações Pré operatórias os seguintes itens:
Cirurgia realizada com sucesso... aguardar 30 dias para realização de outra histeroscopia para dar continuidade ao tratamento. 
mas isso... é uma outra postagem. 

Quer ficar por dentro de tudo? Inscreva-se aqui e no canal do You Tube. Compartilhe com suas colegas para quem sabe ajudar a outras mulheres com dúvidas. 

Até a próxima postagem,

Tati


FIV passo a passo - Orgalutran para quê?

Volto aqui para falar sobre o medicamento orgalutran. 


Esta semana, na sexta feira (21/8/15), a farmacêutica da Pró Nascer me entregou mais medicação. O Bravelle 75Ui (3 caixas) e o Menopur 75Ui (1 caixa). Além deles, também recebi o Orgalutran (duas caixas).  Uma caixa para injetar domingo pela manhã e outra segunda feira (24/08/15) no mesmo horário.
Em fertilização in vitro, muita coisa descobrimos mesmo com a ajuda das colegas que já fizeram fertilização ou estão em processo de tratamento. No meu caso, tenho acompanhado alguns blogs, assisto vídeos no you tube e também participo de dois grupos no Whatsapp, onde nós que estamos em tratamento, trocamos experiências e tiramos dúvidas umas com as outra. 
Mas, por favor, não fique encucada com tudo que é dito no bate papo. Não esqueça que cada caso é um caso particular, que seu corpo é diferente do meu, e que mesmo que o médico seja o mais qualificado, a medicação seja a melhor ou a mais cara, o que não garante ser boa, ainda assim, o tão sonhado positivo é uma questão de permissão de DEUS.
Então, façamos nossa parte, que é seguir o passo a passo conforme nos é orientado, deixemos os profissionais de reprodução humana fazer a parte deles, e aguardar com fé que seremos merecedoras do nosso positivo. 
Então, vamos lá. Hoje venho falar sobre o Orgalutran injetável. 
Antes, gostaria de te pedir que inscreva-se no meu canal do You Tube para ficar atenta aos novos vídeos que estarei colocando no ar, compartilhando assim, minhas experiências como tentante de primeira viagem. (se Deus quiser, a única tentativa ... rs rs )

https://www.youtube.com/channel/UCfMhvfe3ZJVD_U0-MDrQLXA



O que é e como se utiliza?

O Orgalutran pertence ao grupo de medicamentos chamados “hormonas de libertação anti-gonadotrofina” que actuam contra as acções da hormona de libertação da gonadotrofina (GnRH) fisiológica. A GnRH regula a libertação das gonadotrofinas [hormona luteinizante (LH) e hormona folículo-estimulante (FSH)). As gonadotrofinas desempenham um importante papel na fertilidade e reprodução humanas. Na mulher, a FSH é necessária para o crescimento e desenvolvimento dos folículos nos ovários. Os folículos são pequenos sacos redondos que contém os óvulos. A LH é necessária para a libertação dos óvulos maduros a partir dos folículos e ovários (isto é, para a ovulação). O Orgalutran inibe a acção da GnRH, resultando especialmente na supressão da libertação da LH.
O Orgalutran é utilizado para 
Em mulheres sujeitas a técnicas de reprodução assistida, incluindo fertilizaçãoin vitro (FIV) e outros métodos, uma ovulação, ocasionalmente, pode ocorrer demasiado precocemente resultando numa redução significativa das hipóteses de engravidar. O Orgalutran é usado para prevenir o pico prematuro de LH que pode ser responsável pela libertação prematura dos óvulos.
Nos estudos clínicos, o Orgalutran foi associado à hormona folículo-estimulante (FSH) recombinante ou à corifolitropina alfa, um estimulante folicular com uma duração de acção prolongada.

O que se deve tomar em consideração antes de utilizá-lo?



Não utilize Orgalutran
  • se tem alergia (hipersensibilidade) ao ganirelix ou a qualquer outro componente de Orgalutran
  • se tem hipersensibilidade à hormona de libertação da gonadotrofina (GnRH) ou a um análogo da GnRH
  • se tem problemas moderados ou graves a nível do fígado ou dos rins
  • se estiver grávida ou a amamentar.
Tome especial cuidado com Orgalutran
  • se tiver uma alergia activa, informe o seu médico. Ele decidirá, conforme a gravidade da situação, se será necessário um controlo adicional durante o tratamento.
  • durante ou após a estimulação hormonal dos ovários, pode ocorrer o síndrome de hiperestimulação ovárica. Este síndrome está relacionado com o processo de estimulação com as gonadotrofinas. Por favor, leia o Folheto Informativo do medicamento com gonadotrofina que lhe foi prescrito.
  • A incidência de malformações congénitas após técnicas de reprodução assistida pode ser ligeiramente maior comparativamente à incidência após concepções espontâneas. Este ligeiro aumento na incidência parece estar relacionado com as características das doentes sujeitas a tratamento de fertilidade (p. ex. idade da mulher, características do esperma) e à alta incidência de gestações múltiplas após técnicas de reprodução assistida. A incidência de malformações congénitas após técnicas de reprodução assistida usando o Orgalutran não é diferente quando comparada com a incidência após utilização de outro análogo da GnRH no decorrer dessas técnicas.
  • Há um ligeiro aumento do risco de gravidez ectópica em mulheres com problemas nas trompas de falópio.
  • A eficácia e a segurança de Orgalutran ainda não foram estabelecidas em mulheres com peso inferior a 50 kg ou superior a 90 kg. Consulte o seu médico para informação adicional.
Utilização em crianças Não existe utilização relevante de Orgalutran em crianças.
Ao utilizar Orgalutran com outros medicamentos Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
Gravidez e aleitamento O Orgalutran deve ser utilizado durante a estimulação ovárica controlada para técnicas de reprodução assistida (TRA). Não utilizar Orgalutran durante a gravidez e aleitamento
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento
Condução de veículos e utilização de máquinas Não foram estudados os efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Informações importantes sobre alguns componentes de Orgalutran Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por injecção, ou seja, é praticamente “isento de sódio”.

Como é utilizado?

Utilizar Orgalutran sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
O Orgalutran é usado como parte do tratamento das técnicas de reprodução medicamente assistida (TRA), incluindo a fertilização in vitro (FIV).
A estimulação ovárica com a hormona folículo-estimulante (FSH) ou corifolitropina pode ter início no 2ºou 3º dia da menstruação. O Orgalutran (0,25 mg) deverá ser injectado subcutaneamente (debaixo da pele), uma vez por dia, com início no 5º ou 6º dia da estimulação. Com base na sua resposta ovárica, o seu médico poderá decidir iniciar o tratamento noutro dia. O Orgalutran e a FSH devem ser administrados quase em simultâneo. No entanto, estes dois preparados não devem ser misturados e devem ser administrados em locais de injecção diferentes.
Deverá continuar-se o tratamento diário com Orgalutran até se terem obtido folículos em número suficiente e de dimensão adequada. A maturação final dos óvulos nos folículos pode ser induzida pela administração de gonadotrofina coriónica humana (hCG). O intervalo de tempo entre duas injecções de Orgalutran, assim como o tempo entre a última injecção de Orgalutran e a injecção de hCG não deve ir além das 30 horas; caso contrário, pode ocorrer uma ovulação prematura (isto é, libertação dos
óvulos). Deste modo, quando a administração do Orgalutran é feita de manhã, o tratamento deve ser continuado ao longo de todo o período de tratamento com a gonadotrofina, incluindo o dia da ovulação. Quando a administração do Orgalutran é feita à tarde, a última injecção de Orgalutran deve ser dada na tarde anterior ao dia da ovulação.
Instruções de utilização
Local de injecção O Orgalutran apresenta-se em seringas pré-cheias e deve ser injectado lentamente, mesmo sob a pele, de preferência na parte superior da perna. Verifique a solução antes da administração. Não a utilize se contiver partículas ou não se encontrar límpida. Se a injecção for administrada por si própria ou pelo seu companheiro siga cuidadosamente as instruções abaixo descritas. Não misture Orgalutran com outros medicamentos.
Preparação do local da injecção Lave cuidadosamente as mãos com água e sabão. O local da injecção deve ser limpo com um desinfectante (por exemplo álcool) de modo a remover da superfície qualquer bactéria. Limpe cerca de 5 cm à volta do local onde será introduzida a agulha e deixe o desinfectante secar, pelo menos durante um minuto, antes de iniciar a administração.
Inserção da agulha Retire a protecção da agulha. Comprima uma grande quantidade de pele entre o indicador e o polegar. A agulha deve ser inserida na base da pele comprimida fazendo um ângulo de 45° com a superfície da pele. O local da injecção deve variar em cada administração.
Verificação da posição correcta da agulha Puxe o êmbolo ligeiramente para trás para verificar se a agulha está correctamente posicionada. Qualquer sangue aspirado para a seringa significa que a ponta da agulha penetrou num vaso sanguíneo. Se isto acontecer, não injecte Orgalutran, retire a seringa, cubra o local da injecção com algodão embebido em desinfectante e comprima-o; a hemorragia deverá parar dentro de um ou dois minutos. A seringa deve ser inutilizada. Recomece a administração com uma nova seringa.
Injecção da solução Logo que a agulha se encontre correctamente posicionada, empurre o êmbolo lentamente e com firmeza; assim, a solução será injectada correctamente sem que ocorra lesão da pele.
Remoção da seringa Puxe a seringa rapidamente e faça pressão com o algodão embebido no desinfectante. Use a seringa pré-cheia apenas uma vez.
Se utilizar mais Orgalutran do que deveria Contactar o seu médico.
Caso se tenha esquecido de utilizar Orgalutran
Se se esqueceu de administrar uma dose, deve fazê-lo logo que possível.
Não injecte uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de injectar. No entanto, se o esquecimento for superior a 6 horas (o intervalo entre as duas injecções seria, portanto, superior a 30 horas), administre a dose logo que possível e contacte também o seu médico para aconselhamento.
Se parar de utilizar Orgalutran Não pare de utilizar Orgalutran a não ser por indicação do seu médico, uma vez que pode afectar o resultado do seu tratamento.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

Quais são os possíveis efeitos secundários?

Como todos os medicamentos, Orgalutran pode causar efeitos secundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.
Os efeitos secundários frequentes (afectam 1 a 10 utilizadores em 100) incluem reacções na pele no local da injecção (principalmente vermelhidão, com ou sem inchaço). A reacção local desaparece normalmente 4 horas após a administração. Muito raramente, em menos do que 1 doente em 10.000, foram observadas reacções mais generalizadas, possivelmente alérgicas.
Os efeitos secundários pouco frequentes (afectam 1 a 10 utilizadores em 1.000) incluem dor de cabeça, náuseas e mal-estar.
Para além destes, foram referidos outros efeitos secundários que se sabe estarem relacionados com a hiperestimulação ovárica controlada (por ex. dor abdominal, síndrome de hiperestimulação ovárica (SHO), gravidez ectópica (quando o embrião se desenvolve fora do útero) e aborto (por favor, leia o Folheto Informativo do medicamento com FSH que lhe foi prescrito)).
Foi descrito o agravamento de um eczema pré-existente numa mulher após a primeira dose de Orgalutran.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Como deve ser guardado?

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Não utilize Orgalutran após o prazo de validade impresso na embalagem e no rótulo após “VAL”. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Não congelar.
Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.
Inspeccione a seringa antes de usar. Utilize apenas seringas com soluções límpidas, isentas de partículas e de contentores não danificados.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

fonte: https://www.diagnosia.com/pt/droga/orgalutran-025-mg05-ml-solucao-injectavel

domingo, 7 de junho de 2015

Qual a diferença entre Inseminação Artificial (IA) e Fertilização In Vitro (FIV) ?

Depois que entrei nessa vida de tentante, são muitas perguntas e novidades a descobrir... acredito que minha dúvida possa ser sua também, então aqui está o que descobri no site da clínica Origem (http://origen.com.br)

Qual é a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro?
Muita gente confunde as duas coisas e até acha que é a mesma técnica, só que elas são bem diferentes em método, custo e taxa de sucesso.
A inseminação intra-uterina consiste em estimular a ovulação da mulher através de um tratamento hormonal e depois transferir o sêmen (líquido que contém os espermatozoides) previamente colhido e trabalhado em laboratório para a cavidade uterina no momento da ovulação. Com esta técnica, a fecundação ocorre espontaneamente dentro do organismo materno. É um método mais barato e tem um índice de gravidez de cerca de 15%.
A fertilização in vitro (conhecida como FIV), por sua vez, induz uma produção múltipla de óvulos da mulher com altas doses de hormônios. Em seguida, os óvulos são colhidos em uma clínica (sob anestesia) antes da ovulação propriamente dita ocorrer e fertilizados em laboratório com os espermatozoides selecionados. Alguns dias depois é feita a transferência de embriões para a cavidade uterina. Este é um tratamento bem mais caro do que a inseminação, mas obtém taxas de sucesso em torno de 40%, dependendo da idade da mulher.

Fertilização in-vitro (FIV)

A FIV é popularmente conhecida como o método do “bebê de proveta” e é o procedimento de concepção assistida mais praticado no mundo.
Consiste em remover os óvulos do ovário, fertilizá-lo em laboratório com o espermatozóide do parceiro e transferir uma pequena seleção dos embriões fecundados para o útero e assim, viabilizar a gravidez.
O processo é iniciado com medicações adequadas (hormônio folículo estimulante) para estimular o crescimento de um grande número de folículos, onde estão os óvulos. Durante este período há um acompanhamento desse crescimento para avaliar a melhor dose a ser usada e evitar efeitos colaterais. Quando os folículos atingem o tamanho adequado, induzimos a maturidade dos óvulos.

Fertilização in vitro
A coleta dos óvulos é feita sob sedação para que não haja dor e o procedimento dura aproximadamente 10 minutos. A coleta é feita por uma fina agulha guiada por ultra-som. No mesmo dia são colhidos os espermatozóides que, em seguida, são preparados para serem colocados junto aos óvulos (aproximadamente 40.000 para cada óvulo). No dia seguinte confirmamos quantos foram fertilizados e esses são mantidos em cultura em incubadoras especiais que mantêm a temperatura e o ambiente ideal para o desenvolvimento adequado dos embriões.
Os embriões são mantidos nas incubadoras em meio de cultura especial até o momento da transferência para o útero. Esse momento varia de acordo com cada paciente e pode ser de 2 a 5 dias. Em seguida, são selecionados de 1 a 4 embriões que serão transferidos para o útero através de um cateter muito macio e suave. Os demais embriões de boa qualidade são congelados.
Quatorze dias após a coleta dos óvulos realiza-se o teste de gravidez. A FIV é indicada nos casos de doença tubária, fator masculino grave, endometriose, falha em outros tratamentos, infertilidade não explicada e idade feminina avançada.

Inseminação intra-uterina

Consiste em colocar espermatozóides previamente selecionados e preparados no útero. Antes disso, realizamos a indução da ovulação para aumentarmos o numero de folículos em crescimento e conseqüentemente o numero de óvulos disponíveis para os espermatozóides. Assim, espera-se aumentar a chance de que algum deles fecunde um óvulos. O crescimento dos folículos é acompanhado através de ultrasonografiaendovaginal. Quando os folículos atingem o tamanho desejado, uma nova medicação é administrada (hCG) para levar à rotura folicular – ovulação. Próximo ao momento da ovulação, o marido colhe uma amostra de esperma e esta é especialmente preparada e os espermatozóides selecionados são colocados em um cateter e inseridos no útero, para que cheguem mais rapidamente às trompas, onde ocorre a fertilização. São selecionados os espermatozóides mais aptos e em melhores condições para alcançar os óvulos. Esse tratamento é indicado em casos de alteração leve ou moderada no espermograma ou em casos de infertilidade sem causa aparente.
icsi

Testes de Ovulação, tipos e como funcionam

Testes de ovulação: Como funcionam, tipos, preço e onde comprar

Olá, pessoal, tudo bem?
Hoje eu gostaria de falar um pouquinho sobre testes de ovulação. Em inglês são chamados deovulation predictor kits (OPKs).
Diversos tipos de testes
Para que servem
Os testes de ovulação ajudam a identificar o período fértil da mulher, por meio da reação obtida com o hormônio luteinizante (LH) presente na urina. São usados para auxiliar na concepção ou na prevenção de uma gravidez indesejada. Caso o objetivo de seu uso seja a prevenção de uma gravidez, ele deve estar aliado a outros métodos anticoncepcionais.
Próximo ao período fértil, acontece um aumento repentino desse hormônio no sangue, que por sua vez é filtrado pelos rins, resultando na urina. Por esse motivo, o hormônio LH pode ser encontrado na urina. Próximo ao dia da ovulação, ocorre uma maior concrentração do hormônio, chamado o "pico de LH". Após o resultado positivo no teste, leva-se de 12 a 48 horas para a ovulação acontecer. Nesse período, as relações sexuais devem ser intensificadas caso o objetivo seja conceber, ou prevenidas, caso uma gravidez não seja desejada.

Como usar
A coleta da urina deve ser feita entre às 10hs e 20hs, em um recipiente descartável.
  • não coletar a urina logo após acordar, pois a concentração de LH é muito alta e pode apresentar um resultado incorreto no teste. 
  • reduzir a quantidade de líquido ingerida 2hs antes da coleta da urina. A urina muito diluída também pode apresentar um resultado incorreto no teste. 



Como ler os resultados
O teste começa a apresentar a segunda linha assim que detecta o mínimo do LH na urina (geralmente 20mIU), no entando, só é considerado positivo quando a segunda linha é tão ou mais forte que a linha de controle. O teste deve ser lido no máximo até 5 minutos após a coleta. Após 10 minutos, o resultado pode apresentar modificação, por isso deve ser desconsiderado após esse tempo.
Atenção: medicamentos que possuam gonadotrofina coriônica humana (hCG) ou hormônio luteinizante (LH) podem afetar os resultados dos testes.

Tipos
Existem três principais tipos de testes de ovulação:

  • Tiras (strip): as tiras possuem entre 2mm e 4mm de espessura. Devem ser mergulhadas por 3 minutos na urina, previamente colocada em um recipiente limpo. Esperar 5 minutos para ler o resultado. Desconsiderar após 10 minutos. É o tipo mais em conta.
Teste de ovulação/gravidez em tira

  • Cassete (cassette): possuem tamanhos variados. A urina deve ser colocada com o coletor no local indicado. Esperar 5 minutos para ler o resultado. Desconsiderar após 10 minutos. Possui valor médio.
Teste de ovulação/gravidez em cassete
  • Midstream: possuem tamanhos variados. Apresentam o resultado de diversas formas: em linhas duplas, em cruz, ou com o desenho de uma carinha ("feliz" o resultado é positivo, "triste" o resultado é negativo). O jato de urina deve ser direcionado ao local indicado do teste.  Esperar 5 minutos para ler o resultado. Desconsiderar após 10 minutos. Possui o maior valor no mercado.

Teste de ovulação/gravidez midstream
Quanto custam:
  • Tiras (strip): de R$ 2,00 à R$ 6,00 a unidade.
  • Cassete (cassette): de R$ 8,00 a R$ 16,00 a unidade.
  • Midstream: de R$18,00 à R$ 35,00 a unidade.

*Os preços variam consideravelmente de região para região.

Onde comprar:

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Exames prontos, retorno marcado, quanta expectativa!

Olá, estou de volta.
Mesmo o marido não querendo que eu divulgue as novidades, volto aqui pra pelo menos registrar as coisas, e depois, quando for autorizada (risos) libero a postagem. rs rs
Bem, como já havia antecipado, começamos 2015 com o pé direito...
Retornei a clínica Pró Nascer - RJ em fevereiro, onde recebi a lista de exames a ser realizado pelo casal.
Não reparem, os rabiscos foram feitos pelo Drº João Ricardo Auller enquanto explicava o tratamento.


o item A onde se lê exame de sangue, nossa, vcs não imaginam, me viraram do avesso... kkkkk
Exames que eu nunca nem ouvi falar. mas... vamos lá né?!



Exame mais temido... como dói. Meu Deus. 
Masssssssssss.... dizem que após esse exame tudo fica mais fácil...
 e as chances de sucesso na FIV aumentam consideravelmente.

Exames de Urina

Exame de pesquisa genética para saber sobre a trombofilia

outro exame genético para saber sobre a trobofilia
é que como já disse na primeira postagem deste blog, na gravidez da Valentina
tive trombose gestacional logo nos primeiros 15 dias de gestação.


Análise Seminal para o Marcelo

Exames de Sangue do Marcelo

Anti Concepcional

pedido de risco cirúrgico

Bem, no momento foi só isso... rs rs 
Nadinha né?
Fala sério, o pior de tudo é tentar marcar exames e saber que os de pesquisa genética demoram até 35 dias úteis pra ficar pronto, então, se vc algum dia receber um pedido de exame assim, mais detalhado, fique de olho no prazo, por que o resultado costuma demorar horrores. 
Médico pra marcar, mesmo com plano de saúde também não está fácil, então, assim que eu saí da clínica, comecei a marcar médicos pois sei que cardiologista (para o risco cirúrgico) e ginecologista (para preventivo) não está nada fácil conseguir consulta. 
Não esqueça que os exames de sangue tem prazo de até  90 dias de validade, os de pesquisa genética é de validade vitalícia, então, corra pra fazer os de pesquisa genética mas não tenha pressa de fazer os de sangue pois ele pode perder a validade antes de retornar a consulta. 

Nós já conseguimos fazer todos os exames.
O de vídeo histeroscopia apresentou uma adenomiose, o genecologista passou um antibiótico que me fez muito mal, deu reações horríveis, parei no hospital pra ficar no soro. Arrebentou com meu intestino e estômago. Suspendi.
Agora estou pra fazer uma nova videohisteroscopia amanhã, dia 30/04 e vamos ver o que resolveu né? É que o tratamento era pra ser por 20 dias e só consegui tomar 11 dias de remédio. Espero ter resolvido, pois não sei se vou conseguir voltar a utilizar este remédio. E de acordo com o genecologista da Pró Nascer, adenomiose não impede uma gravidez, mas dificulta a fixação do embrião após a transferência. 
Ai... 
não adianta ficar sofrendo por antecedência né?
Um beijinho, amanhã eu volto pra contar como foi o retorno da videohisteroscopia. 
Agora, vamos ver fotos?



na sala de espera olha o painel no fundo?

Marcelo odeia tirar fotos... deu pra perceber?


Essa foto me emociona...
Lembra nossa Valentina.

Quando saímos, ele mais solícito pra ser fotografado.


Organizei tudo em uma pasta para facilitar o manuseio e manter em ordem.
Vamos lá... rumo aos exames!